Quarta é de mais lotação no PS Infantil de Franca, MP abre investigação contra Prefeitura Municipal

Por G7 Kromnws
24/11/2021 | 17h58

A quarta-feira, 24 de novembro, amanheceu muito movimentada e assim o foi ao longo de todo o dia, no Pronto Socorro Infantil de Franca.
Pais e filhos aguardaram em mais um dia, por horas um atendimento médico.
A superlotação era tamanha, que faltou cadeiras e bancos para dar conta da demanda, que estava aquem do normal.

Há pelo menos 3 semanas esses números de atendimentos se transformaram em expressivos, e lotações constantes no PS.
Há relatos de pais que esperam por mais de 6h um atendimento.
Outros, que precisam ir a 3 ou 4 dias consecutivos, para conseguirem um diagnóstico as crianças.

A volta as aulas que ocorreu no final do mês passado, conhecide de forma estranha ou não, com o aumento dos casos.
Para a Prefeitura de Franca a situação é normal.
De fato não deveria ser.
Se a cidade esperasse esse aumento de demanda na área de saúde infantil, algo nunca visto antes em Franca, a estrutura deveria ter sido reforçada.
Mas não foi.

Os questionamentos a Prefeitura de Franca que não tem respostas, mesmo após 21 dias de lotação, e dezenas de reportagens de todos os jornais e Sites de Notícias da cidade, fizeram o Ministério Público entrar em campo.
Nesta quarta-feira, o MP pediu através do Promotor de Justiça Alex Pires, explicações da Prefeitura.

O Ministério Público quer saber, por que essa demora no atendimento?
Por que as crianças tem que esperar mais de 6h, e algumas voltar dias afio para serem atendidas?
Por que pais reclamam de testes de Covid-19, que não são pedidos pelos profissionais de saúde?
Por que esse surto, agora depois das volta as aulas?
Entre outros questionamentos.
A Prefeitura deve ser notificada nesta quinta-feira, 25, e então terá até 30 de novembro a responder as questões levantadas.

Hoje, o Informe Franca, Núcleo de Notícias do G7 Kromnws, esteve mais uma vez no PS Infantil de Franca.
Das 4 as 18h, a movimentação era intensa no local.
Pais chegavam e se uniam aos que estavam esperando, desde a manhã, para serem atendidos.
A espera parece longa, e que irá tomar boa parte da noite.
Ainda mais por volta das 19h, quando os atendimentos param para a troca de plantão.

Reportagem: Jornalista Mariana Maritan